Conteúdo e insights trazidos pelo Grupo ABF da Convenção anual da IFA, maior evento do franchising mundial, como o tema da liderança, foram apresentados por um time de especialistas de forma híbrida no Pós-IFA 2025.
Como palavras-chave na IFA, a liderança, a capacitação e o relacionamento foram alvos de debate no Congresso e no Pós-IFA ABF 2025. Sob a moderação de Claudia Vobeto, diretora de Capacitação da entidade, o painel As melhores práticas de suporte e operações tratou das conexões com os clientes atualmente.
Para José Carlos de Souza (CNA), a construção da confiança em meio à liderança é essencial para o desenvolvimento do franchising responsável, autossuficiente e inspirador. O Congresso enfocou muito sobre o papel dos líderes na capacitação com um framework de reuniões de vendas, estilos, técnicas e gestão. “Este é um trabalho incansável. Servir de inspiração para um time e sempre qualificá-lo faz muita diferença”, afirmou.
Em relação às vendas, José Rito (CNA) explicou sobre a venda consultiva, que consiste em educar o cliente para usufruir da melhor maneira o produto que se está oferecendo e de forma inteligente. “Vimos que o investimento em inteligência nos Estados Unidos está muito em alta, mas os números de conversão são baixos e o olhar humano faz falta. Além da capacitação técnica, a nova geração chega ao mercado de trabalho com baixa suficiência em oratória e soft skills – no entanto, no franchising somos feitos de relacionamento”, disse. “Incentive a sua equipe a gostar de gente, mas principalmente, entender de gente”, concluiu.
A construção da equipe de suporte de campo para impulsionar a lucratividade e o crescimento são voltados para:
- Estruturação estratégica das equipes de campo;
- Gestão baseada em dados e tecnologia;
- Papel do consultor de campo como Elo estratégico;
- Treinamento contínuo e desenvolvimento de competências;
- Foco em performance e lucratividade.
Claudia comentou, ainda, sobre o 1º Concurso de Consultoria de Campo que a ABF promoveu. Clique aqui e saiba mais.
Sobre os desafios de contratação, as empresas também enfrentam dificuldades ao contratar e demitir profissionais, reflexo de desalinhamentos nas expectativas e na cultura organizacional. “Para reverter essa situação, é essencial compreender o novo perfil de colaborador, que busca não só uma boa remuneração, mas também um ambiente que ofereça propósito, flexibilidade e desenvolvimento contínuo. Isso envolve adaptar processos de recrutamento, estruturar programas de treinamento, uma comunicação transparente e sistemas de reconhecimento e recompensa”, completou Souza.
Foto: Keiny Andrade